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A Arte De Roubar : Explicada Em Benefício Dos Que Não São Ladrões

A Arte De Roubar : Explicada Em Benefício Dos Que Não São Ladrões
A Arte De Roubar : Explicada Em Benefício Dos Que Não São Ladrões

Autor: D. Dimas Camándula

Editora: Unesp

Idioma: Espanhol
Encadernação: Brochura
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 248
Idioma: Espanhol
Formato: 14 x 21
Tradutor: Fernando Carlos Moura

R$ 40,00
R$ 30,00
  • Stock: Em estoque
  • Editora: Unesp
  • ISBN: 9788539303694
Clássica e sarcástica, esta obra, escrita no século 19 pelo espanhol Pedro Felipe Monlau sob o pseudônimo D. Dimas Camándula, pode atravessar os próximos séculos sem perder uma linha de sua desconcertante atualidade. Afinal, trata de um tema que jamais saiu da berlinda em toda a história e parece revigorar-se a cada dia: a propensão humana ao roubo, que, para o autor, é inata e comum a todos os mortais. Ele provoca: "Que homem não haverá infringido sequer uma vez em sua vida o sétimo mandamento?".Camándula esclarece, porém, que há duas categorias de ladrões - a de ladrões "normais" e a de ladrões "excepcionais", informação fundamental para justificar a obra. Dirigido aos ladrões "normais", os "homens de bem", o livro apresenta-se como manual prático para ajudá-los a se prevenir da ação malévola do outro grupo. "A primeira de todas as precauções é estar muito atento e lembrar a todo instante de que todos somos ladrões, que a ocasião faz o ladrão", escreve o autor.Depois de expor suas intenções e situar o ambiente de roubalheira - a vida como um perpétuo combate entre ricos e pobres, entre os que têm e os que não têm -, Camándula passa a descrever toda sorte de roubos, golpes e golpistas, numa infindável galeria de tipos que ainda hoje assombram os ladrões "normais". Na enorme lista, não faltam os furtos de livros, aqueles que, emprestados a amigos, jamais retornam. Estes, porém, foram elencados entre os "roubos decentes".Camándula ainda defende o direito autoral, no caso o seu, estampando, antes do prólogo, uma advertência aos que eventualmente pretendessem reproduzir A arte de roubar sem autorização ou pagamento. Na conclusão do livro, porém, ele reproduz um artigo surrupiado.

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Etiquetas: D. Dimas Camándula