Warning: fopen(/home/flanart3/public_html/system/storage/cache/cache.language.1769202782): failed to open stream: Disk quota exceeded in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 49 Warning: flock() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 51 Warning: fwrite() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 53 Warning: fflush() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 55 Warning: flock() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 57 Warning: fclose() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 59 Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php:49) in /home/flanart3/public_html/system/storage/modification/catalog/controller/startup/startup.php on line 118 Warning: fopen(/home/flanart3/public_html/system/storage/cache/cache.currency.1769202783): failed to open stream: Disk quota exceeded in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 49 Warning: flock() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 51 Warning: fwrite() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 53 Warning: fflush() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 55 Warning: flock() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 57 Warning: fclose() expects parameter 1 to be resource, boolean given in /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php on line 59 Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home/flanart3/public_html/system/library/cache/file.php:49) in /home/flanart3/public_html/system/storage/modification/catalog/controller/startup/startup.php on line 183 Da preguiça como método de trabalho
Menu
Your Cart

Da preguiça como método de trabalho

Da preguiça como método de trabalho
Da preguiça como método de trabalho

Autor: Quintana, Mario

Editora: Alfaguara

Idioma: por
Ano: 2013
Idioma: por

R$ 79,90
  • Disponível: Indisponível
  • Editora: Alfaguara
  • ISBN: 9788579622182

Frete Grátis Brasil

Prazo de entrega:

Sul e Sudeste de 5 a 7 dias

Centro-Oeste, Norte e Nordeste de 10 a 15 dias

Da preguiça como método de trabalho é o livro em que Mario Quintana coloca de maneira mais clara e assumida seus princípios poéticos e de vida. Ao longo de aforismos, tiradas humorísticas, fábulas e narrativas marcadas por um alegorismo cáustico, este volume publicado originalmente em 1987 reafirma o vitalismo anti-intelectual que definia o perfil do poeta, como assinalou Carlos Jorge Appel. A preguiça produtiva é na verdade o método de trabalho da poesia, escreve Quintana. Ela cria o tempo lento – observador, reflexivo, imaginativo – que possibilita o nascimento (ou renascimento) tanto do poema quanto da conversa inteligente entre amigos. O elogio do poeta à preguiça combina-se à rejeição de qualquer discurso grandiloquente. Trata-se de um espaço-tempo antieconômico e antiutilitário, que permite o abalo no bom senso, abrindo novos horizontes de percepção, dentro do devaneio, da insônia e do sonho. Buscar uma ética da simplicidade é tão forte para o poeta que ele chega a desejar um mundo em que o espaço poético fosse povoado apenas por autores anônimos. No entanto, este é um livro em que a assinatura singular de Quintana apresenta-se em potência máxima, expondo suas múltiplas ramificações, assim como desvendando suas próprias condições concretas de existência e sua rede de relações intelectuais e afetivas. O gaúcho pratica como poucos a arte da conversa por escrito: atravessada de humor, pontuada por pequenas histórias e fábulas, cheia de conceitos preciosos sobre o ser do poético. O poeta proseia. Sem ostentar erudição, mas derramando sedução. E também revelando um pouco de seus encontros cotidianos, passados e presentes, sua existência de rijo cidadão porto-alegrense para além de seus oitenta e alguns anos.

Escreva um comentário

Você deve acessar ou cadastrar-se para comentar.
Etiquetas: Quintana, Mario