Em 1872, Nietzsche publica O nascimento da tragédia, provocando forte reação dos defensores da filologia pura. Além de recorrer à oposição entre apolíneo e dionisíaco para explicar a origem da tragédia, Nietzsche denunciava a morte da tragédia pelo socratismo estético e propunha seu renascimento na cultura moderna.
Acusado de subordinar a filologia à música e à filosofia, e de não ser, portanto, um cientista, Nietzsche recebeu apoio de fontes variadas. Esse livro contém todos os documentos do debate que se seguiu: os textos de Wilamowitz, Rohde e Wagner. E traz uma esclarecedora introdução de Roberto Machado, onde, analisando também escritos teóricos e a correspondência de Nietzsche, vê a motivação principal da polêmica na relação entre ciência, arte e filosofia.
O nascimento da tragédia revela-se um livro desconcertante, que condiz com a maneira intempestiva com que seu autor atuava sobre o tempo – contra o tempo, em favor de um tempo por vir.
“Temo que os filólogos por causa da música, os músicos por causa da filologia e os filósofos por causa da música e da filologia se recusem a ler o livro.” Nietzsche, em carta de 1871
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